O Batismo não é só um símbolo (parte 1)

Minha publicação (7)

Reunidos no cenáculo, os seguidores de Cristo, o discípulos, com Maria e tantas outras pessoa, oravam pela vinda do Espírito Santo, e foi naquele primeiro Pentecostes depois da Ressurreição que o Espírito veio sobre a Igreja. Cristo rogou ao Pai e ele enviou o outro Consolador, o qual, na Igreja, continuaria a missão de Cristo. Continue lendo “O Batismo não é só um símbolo (parte 1)”

A Cruz é mesmo o pagamento do pecado?

Minha publicação (6)

Em alguns textos do Novo Testamento, aprendemos que os nossos pecados podem ser tratados e chamados como dívidas. Essa metáfora não existe no Antigo Testamento, que trata o pecado mais como fardo (a ser carregado) ou doença (a ser curada). Uma dívida pode ser perdoada ou paga, linguagem que acaba sendo transferida para o modo como lidamos com o próprio pecado. Continue lendo “A Cruz é mesmo o pagamento do pecado?”

Honrar os santos é idolatria?

Minha publicação (5)

Honra é um elemento muito importante da fé cristã. Não apenas aprendemos a honrar pai e mãe, mas também honrar as autoridades (Rm 13:7; 1Pe 2:17), honrar o cônjuge (1Pe 3:7), as viúvas (1Tm 5:3), os anciãos (Lv 19:32). Honrar os que temem o Senhor é uma virtude elogiada (Sl 15:4). Paulo disse que Epafrodito deveria ser recebido com honra em razão de sua fidelidade a Cristo (Fp 2:25-30); do mesmo modo, o rei Ezequias foi honrado em sua morte (2Cr 32:33). De fato, as Escrituras dão amplitude máxima à honra: “Honrai a todos.” (1Pe 2:17a). Se isso não significa que todos devem receber as mesmas honras — pois não podemos mentir enquanto honramos —, certamente significa que honrar é um dever. Não honrar é violar um mandamento, é pecar. Continue lendo “Honrar os santos é idolatria?”