Quem é esta?: A Interpretação do Cântico dos Cânticos

 

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As obras de arte têm uma riqueza muito especial, uma certa transcendência natural: o significado da obra se lança sempre para além da intenção do autor. Ainda que seja danoso desprezar essa intenção do autor inteiramente, ela nunca expressa a totalidade da obra, é só uma janela para um mundo diferente. Quando, sob pressão, Varonese mudou o título da sua Última Ceia para Banquete na casa de Levi, ele condicionou significativamente leitura que fazemos da pintura, mas mesmo assim ele não a controla totalmente. Continue lendo “Quem é esta?: A Interpretação do Cântico dos Cânticos”

A Simplicidade Divina Absoluta

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“Pois assim como Deus é o Ser infinitamente maior, assim também concordamos que ele é infinitamente o mais belo e excelente: toda a beleza por toda a parte da criação é somente o reflexo dos feixes difusos daquele Ser infinitamente brilhante e glorioso.” Jonathan Edwards, The Nature of True Virtue

“Nuvens e escuridão o rodeiam…” Salmo 97:2

Nada há de concreto neste mundo que sejamos realmente capazes de compreender. Os detalhes e minúcias dos menores fragmentos do mundo escapam da nossa sutileza, a grandeza do Universo excede nossa visão. De fato, não entendemos plenamente nem a nós mesmos, e quase nada dos nossos semelhantes. Continue lendo “A Simplicidade Divina Absoluta”