Expiação não é punição

Minha publicação (20)

Nos debates sobre a obra do Redentor, o conceito de expiação é um dos mais importantes. Não estão errados os que tratam o mistério da redenção como doutrina da expiação, mas o que significa expiação? Os defensores da Substituição Penal acreditam que ela está ligada à punição, que a expiação dos nossos pecados acontece através de punições substitutivas, seja as punições (simbólicas?) dos animais no Antigo Testamento, seja a punição de Cristo no Novo. Continue lendo “Expiação não é punição”

33 Teses contra a Substituição Penal

Cristo Crucificado

No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! João 1:29

Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo. Gálatas 6:14

A teoria da Substituição Penal ensina que o propósito da morte de Cristo foi o de ser a punição pelos pecados da humanidade ou dos eleitos, uma vez que, supostamente, a justiça de Deus exige que alguém seja punido para que haja perdão. Como fazem crer seus defensores, o Evangelho seria essencialmente a Justificação pela Fé através da Imputação da Justiça de Cristo para o cristão (isto é, aquele que tem fé) e a Imputação da culpa pelos pecados do cristão para Cristo, resultando na Punição Substitutiva de Cristo. A teoria diz respeito a essa transação “forense”. Às vezes, certas versões dessa teoria enfatizam a ira de Deus, que deve “cair” sobre alguém quando há pecado.

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